Fundos Imobiliários, Ações e Dividendos da Rico para julho

As indicações da Rico para julho de fundos imobiliários, ações e dividendos levam em conta a baixa dos juros, que proporciona rentabilidade no curto prazo. No entanto, sem deixar de lado a busca da rentabilidade no longo prazo.
Neste artigo você vai ficar por dentro das apostas mais rentáveis para julho, de acordo com a Rico Investimentos. Assim iniciando pela carteira recomendada de Fundos Imobiliários, que é uma aplicação em alta crescente de popularidade.
Depois disso, vai poder conferir as ações que compõe as carteiras Rico Premium e Rico Dividendos. Se você vai investir este mês, não deixe de se informar. Fundos Imobiliários
A nova carteira recomendada de FII da Rico teve apenas uma alteração, assim deixou o portfólio RBR CRI (RBRR11). Para a entrada de Valora RE III (VGIR11), representando 15% do segmento de recebíveis desta listagem.
O restante da carteira permaneceu intacto, sendo que o fundo de maior valor de mercado continua sendo XP Malls (XPML11). O valor dele é de R$1.031.963 e está distribuído em cotas de R$108,80. Leia também   Ações dos EUA de tecnologia e mídia sobem, Europa também
A maior participação continua sendo em lajes corporativas, que em resumo são escritórios grandes e de alto padrão. Cujo principal objetivo é locar para grandes empresas ou órgãos estatais.
Neste portfólio representam este segmento o fundo Rio Bravo Renda Corporativa (FFCI11) com 20% de peso. Assim como o Pátria Edifícios Corporativos (PATC11) com 10%.
A performance do mês foi positiva para todos os componentes da carteira, com destaque para Capitânia Securities II (CPTS11B). O avanço foi de 5,3% em junho e ainda rendeu yields de 9% no acumulado de 12 meses.
Dois FII indicaram vacância anunciada, que ocorre quando um contrato de locação não será renovado ou rescindido em breve. Os fundos foram XPML11 com 4% e FFCI11 com 21%. Carteira recomendada ações
Em junho a carteira recomendada de ações da Rico Investimentos teve um desempenho 2,39% menor do que o Ibovespa. O índice referencial ou benchmark, vem acumulando altas desde maio.
Entraram na carteira os ativos Iguatemi (IGTA3) e Azul (AZUL4), assim como como quatro papéis saíram completamente do portfólio. E a nova composição ficou com apenas 10 ações. Leia também   Carteira Fundos Imobiliários da RICO – Fevereiro 2019
No gráfico abaixo, referente ao desempenho da IGTA3 no pregão de hoje, a cotação superou seu valor de abertura. E fechou em R$47,52 com variação positiva de 1,84%.
A Iguatemi encerrou o 1T19 com um lucro líquido superior a R$55 milhões. O setor de atuação está propicio para os negócios, após um salto inusitado das vendas de mercadorias em maio.
A AZUL4 também figurou positivamente no pregão desta sexta-feira, a alta foi de R$1,70 em relação ao preço de abertura. Além disso a variação positiva durante o dia foi de 3,64%, que levou ao fechamento em R$48,45.
A Azul apresentou um lucro líquido de aproximadamente R$137 milhões no 1T19, um recuo de 20,1% em relação ao 1T18. Mas a empresa informou que a adesão de passageiros, cresceu 21,3% no segundo trimestre. Carteira recomendada de dividendos
A carteira recomendada Rico de dividendos, também tem como benchmark o Ibovespa. Por sua vez é formada por 8 ativos, categorizados como melhores pagadores de yields ou proventos por ação. Leia também   Diretor do Itaú acredita em Ibovespa a 120 mil pontos até final do ano
O desempenho do portfólio em junho foi inferior ao Ibovespa que atingiu os 4,06%. A Braskem (BRKM5) teve a maior queda e foi substituída pela Energias do Brasil (ENBR3).
A ENBR3 teve desempenho negativo no último pregão desta semana e fechou cotada a R$19,48. A variação média foi de -0,71%.
Então o último pagamento de dividendos proporcionou aos investidores R$0,061338 por ação e foi feito em fevereiro. O lucro líquido acumulado nos últimos 12 meses pela Energias do Brasil (ENBR3) foi de R$1,5 bilhão.
A Suzano (SUZB3) apesar de ter obtido desempenho positivo, também deixou o portfólio. Assim entrou para o mesmo a Vale (VALE3), que por sua vez teve um desempenho negativo no último pregão.
A Vale paga 25% do lucro líquido em dividendos aos seus acionistas, ainda que este ano ainda não tenha efetuado nenhum. Sendo que o último registrado pagou R$1,480362 por ação em setembro de 2018. Tags: 1T181T19Azul (AZUL4)BenchmarkBraskem (BRKM5)Capitânia Securities II (CPTS11B)Energias do Brasil (ENBR3)FII da RicoFundos ImobiliáriosibovespaIguatemi (IGTA3)lajes corporativasPátria Edifícios Corporativos (PATC11)RBR CRI (RBRR11)Rico DividendosRico InvestimentosRico PremiumRio Bravo Renda Corporativa (FFCI11)Suzano (SUZB3)vacância anunciadaVale (VALE3)valor de mercadoValora RE III VGIR11XP Malls (XPML11)yields