INSS Exige Reconhecimento Facial para Empréstimos Consignados: Saiba Como se Adaptar à Nova Regra

Nova exigência visa reforçar a segurança dos beneficiários e atender a legislação vigente

Na terça-feira (19), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) implementou uma nova etapa obrigatória para solicitações de empréstimos consignados: o reconhecimento facial. A medida, que entra em vigor imediatamente, exige que os aposentados e pensionistas realizem uma validação biométrica para autenticar suas solicitações financeiras. O objetivo é reduzir fraudes e garantir que apenas o titular do benefício autorize operações.

De acordo com o órgão, a inclusão da “anuência biométrica” no processo atende às diretrizes da Lei nº 15.327/2026 e cumprir recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU). A nova regra busca modernizar o sistema e proteger os dados dos usuários. Para realizar o procedimento, os interessados devem acessar o aplicativo ou portal “Meu INSS”, inserir suas credenciais do gov.br e seguir as orientações da plataforma.

O INSS divulgou uma série de recomendações para facilitar o uso da tecnologia. Entre elas, está a necessidade de escolher um ambiente bem iluminado, sem movimento de pessoas ou objetos ao fundo. Além disso, o rosto deve estar totalmente visível, sem acessórios como chapéus, bonés ou óculos de sol. A câmera do dispositivo deve ser posicionada na altura dos olhos, preferencialmente usando a lente frontal em aparelhos móveis.

Outro ponto crucial é manter o rosto imóvel dentro do círculo indicado na tela do aplicativo. O sistema guia o usuário com comandos visuais, exibindo uma barra de progresso enquanto a validação é concluída. Caso haja falhas na captura, o sistema solicita que o processo seja repetido. Após a confirmação da biometria, o beneficiário pode acompanhar o status do empréstimo diretamente na plataforma.

A nova exigência não afeta apenas os pedidos de empréstimos, mas também reforça a importância de manter os dados cadastrais atualizados. O INSS reforça que qualquer inconsistência nas informações pode atrasar o processo de análise. Para dúvidas, os usuários podem consultar o site oficial ou procurar uma agência da Receita Federal para atualização de documentos.

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